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Jornal de Negócios    por    Cofina Boost Content

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Investir no Natal?

Investir no Natal?

Anúncios, promoções, ofertas exclusivas irresistíveis. O rendimento familiar aumenta com a entrada do subsídio de Natal, mas, se não houver cuidado, depressa se evapora. Para o ajudar a resistir, convidamo-lo a poupar ou investir este dinheiro extra.

A pouco e pouco as ruas enchem-se de pequenas luzes cintilantes que dão vida aos mais variados motivos natalícios. Com o cair da noite, vem o frio e o aconchegante cheiro a lareira que tantas memórias traz. O Natal aproxima-se a passos largos. É tempo de festa, de família e, se não tiver cuidado, de muitos gastos.

Entre novembro e dezembro, a maioria dos trabalhadores recebem o subsídio de Natal – que equivale a um mês de remuneração base mensal. Primeiro, em novembro, os funcionários públicos e, depois, até 15 de dezembro, os trabalhadores do setor privado. Quem não tiver completado um ano de serviço, receberá o valor proporcional ao tempo de trabalho exercido nesse ano civil.

Com a entrada do décimo terceiro mês e os muitos apelos ao consumo que acompanham esta época festiva, é difícil resistir aos gastos. Mas, basta utilizar este dinheiro extra de forma programada e consciente para evitar arruinar as suas finanças. Pode até aproveitar para poupar ou fazer algum investimento.

Como fazer render o subsídio de natal

Aplicar o dinheiro num depósito a prazo é geralmente a solução mais comum e imediata. Mas, com as atuais taxas de juro – cada vez mais baixas –, esta poderá não ser a melhor opção. Porque não investir em soluções financeiras com um maior potencial de rendibilidade a longo prazo? As opções são muitas e tudo dependerá dos seus objetivos. O primeiro passo será procurar o conselho de um especialista, que o ajudará a traçar o seu perfil de investidor e a traçar a estratégia a seguir.

Investir para a Reforma

Programar a Reforma é um exercício que deve começar o mais cedo possível, sendo a entrada no mercado de trabalho um bom momento para iniciar este investimento. A lógica deve mudar: em vez da decisão do investimento para a Reforma ser relegado para os últimos anos da vida profissional ativa deve antes ser acautelado na entrada da idade adulta preparando com tranquilidade o momento da Reforma, enquanto usufrui dos benefícios fiscais associados a este tipo de produtos.

Mas, também neste campo, a oferta é vasta e variada. No momento de escolher o melhor para si deverá ter em conta quatro pontos:

  • Fazer comparações entre comissões e rentabilidades;
  • Conhecer o risco de remuneração e de garantia de capital;
  • Escolher bem o tipo de reembolso;
  • Informar-se sobre os benefícios fiscais.

Fundos PPR

Com os Fundos de Investimento PPR do ActivoBank pode começar a preparar a sua Reforma a partir de baixos montantes. Este produto permite subscrições a partir de 100 euros, com entregas mensais programadas a partir de 25 euros e poderá acompanhar o seu investimento passo a passo na App.

Os Fundos PPR são Fundos de Investimento direcionados a quem pretende investir na Reforma com uma visão de médio/longo prazo e com tolerância ao risco. Isto porque se tratam de aplicações financeiras geridas por uma Sociedade Gestora, de modo transparente e seguindo uma política de investimento definida, mas em que o capital investido não é garantido. As contribuições entregues pelos subscritores são investidas em carteiras de ativos financeiros muito diversificadas e de acordo com o perfil de risco definido; de modo, a otimizarem a rendibilidade face ao risco assumido.

Seguros PPR

Uma outra opção a considerar são os Seguros de Investimento. Isentos de risco, pois o capital é garantido, oferecem por isso um rendimento baixo – principalmente se comparado com o dos Fundos PPR. Tratam-se de seguros de capitalização geridos por seguradoras, em que as mesmas aplicam num fundo autónomo o dinheiro entregue pelo titular seguro ou aforrado.

Os benefícios fiscais são um dos grandes atrativos dos Planos Poupança Reforma. Quer opte por um Fundo quer por um Seguro, poderá deduzir à coleta 20 por cento das aplicações, com um máximo entre 300 e 400 euros, dependendo da idade do subscritor, quando resgatar o plano a taxa de imposto é de apenas oito por cento. Em caso de necessidade há sempre a possibilidade de reembolso antecipado (antes da Reforma ou dos 60 anos de idade), sem penalização, nos casos previstos na lei: desemprego de longa duração, incapacidade permanente para o trabalho, doença grave (do subscritor ou de qualquer membro do agregado familiar) ou para pagar as prestações do Crédito à Habitação.

Dependendo da sua idade será também o limite de contribuição mensal que poderá fazer para o seu PPR: até aos 35 anos não poderá investir mais de 400 euros mensais; se tiver entre 35 e 50 anos, o limite desce para 350 euros, e se tiver mais de 50, não poderá ultrapassar os 300 euros de contribuição mensal.

Mais uma vez, tudo dependerá do seu perfil de investidor. Consoante a sua “tolerância” ao risco, poderá optar por uma estratégia mais moderada ou mais arriscada no momento de investir. Não se esqueça também de contar com eventuais encargos com comissões de contratação e de resgate. Os especialistas irão acompanhá-lo e ajudá-lo neste percurso.

O importante, nesta época festiva, é não se deixar contagiar pelo espírito consumista que nos tenta a cada esquina e que, por vezes, nos faz escolher caminhos que nos colocarão em apuros financeiros. Em vez disso, aproveite o balão de oxigénio do subsídio de Natal e pense no futuro. Faça as suas contas, contabilize as despesas mensais habituais, as inesperadas e ponha de parte o que sobrar. Poupe ou invista hoje para amanhã estar mais perto dos seus sonhos.


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